Produção em série a partir dos seus modelos 3D, matrizes ou moldes. Controle técnico em cada etapa — do modelo ao bruto.
A fundição por cera perdida é o processo tradicional para reproduzir peças de joalheria em série, com fidelidade ao modelo original. A partir do modelo do cliente, produzimos um molde de borracha — dele saem as ceras, que são montadas em árvore, envolvidas em revestimento refratário e finalmente substituídas pelo metal fundido.
Trabalhamos com prata 925 e latão, com produção contínua para marcas que precisam de volume sem perder controle técnico. Aceitamos modelos 3D (STL, OBJ), matrizes metálicas ou moldes de silicone já existentes.
Operação contínua de fundição por cera perdida, com capacidade para sustentar tiragens regulares e atender variações de demanda das marcas que produzem com a gente.
Moldes de Borrachas feitas mensalmente
Fundição mensal de prata e latão
Peças entregues por mês
Cada etapa tem prazo, parâmetro técnico e responsável definido. O cliente recebe peças brutas prontas para acabamento — ou acompanha o lote ainda dentro da fábrica.
Recebemos o arquivo 3D (STL/OBJ), matriz metálica ou molde de silicone. Avaliação técnica de viabilidade antes de iniciar a produção.
Quando recebemos arquivo 3D, imprimimos o modelo em resina e produzimos o molde de borracha vulcanizada para a tiragem em série.
A cera é injetada na matriz sob pressão controlada, formando réplicas idênticas do modelo. Cada cera é inspecionada antes de seguir.
As ceras são soldadas em um eixo central, formando a "árvore" — estrutura que permite vazar várias peças de uma só vez.
A árvore é submersa em gesso refratário, que endurece e forma o molde negativo. O conjunto descansa 2h para concluir a cura.
O bloco refratário é levado ao forno num ciclo de 14h. A cera derrete e evapora, deixando o espaço negativo da peça pronto para receber o metal.
Prata 925 ou latão é fundido e injetado no bloco refratário aquecido. Temperatura e pressão controladas para minimizar porosidade.
O revestimento é quebrado, as peças são separadas da árvore. Cada lote sai bruto, pronto para a etapa de acabamento.
Atendemos quem precisa de tiragem em série com controle técnico — seja para uma coleção própria, para complementar a produção interna ou para escalar o que hoje é artesanal.
Marcas que produzem coleções autorais e possuem uma oficina de ourivesaria própria ou terceirizada, e buscam um parceiro de fundição de confiança para garantir consistência técnica e escala na reprodução das peças.
Operações com pátio fabril próprio que chegam ao limite da sua capacidade de fundição e buscam um parceiro para terceirizar a produção excedente — sem abrir mão do padrão técnico que já entregam aos seus clientes.
Joalheiros que produzem peças únicas em bancada ou que estão começando a ganhar escala de vendas e precisam migrar da produção unitária para tiragens regulares — sem perder a identidade técnica do trabalho.
As perguntas que mais recebemos antes do primeiro pedido.